A educação nutricional nas empresas é um investimento que deixou de ser uma ação complementar e passou a se tornar uma estratégia essencial para organizações que buscam melhorar a saúde, o bem-estar e o desempenho de seus colaboradores.
Diversos estudos em saúde ocupacional e nutrição comportamental demonstram que programas estruturados de orientação alimentar reduzem absenteísmo, aumentam a produtividade e promovem melhores hábitos ao longo do tempo
Segundo a nutricionista Thays Pomini formada pela FMU, pós-graduada em Nutrição Estética e Esportiva, Nutrição Fitoterápica e Epigenética, “o objetivo não é que todos façam a dieta perfeita, mas que se sintam capazes de fazer escolhas melhores no dia a dia.”
Neste artigo, explicaremos por que a educação nutricional é uma ferramenta estratégica para o ambiente corporativo, como ela impacta o bem-estar e o desempenho das equipes, e quais são as melhores maneiras de implementá-la na sua organização.
Educação nutricional é um processo contínuo de promoção do conhecimento, desenvolvimento de habilidades e apoio à mudança de comportamento, com o objetivo de melhorar a relação das pessoas com a alimentação e estimular escolhas mais saudáveis, conscientes e adequadas às suas necessidades.
O que é fundamental para o bem-estar, qualidade de vida e uma série de benefícios que impactam a rotina do colaborador. Afinal, ao optar por uma refeição completa e nutritiva durante a pausa para o almoço ao invés de um hambúrguer, por exemplo, a pessoa se sente muito melhor para as próximas horas de trabalho.
Aspecto que também impacta na qualidade de vida que essa pessoa terá após sair do ambiente laboral. Portanto, desenvolver a capacidade de tomar boas decisões impacta em todo o cotidiano do profissional.
Muitas pessoas conhecem o “nutricionista”, mas não sabem que existem áreas de especialidade dentro da nutrição, que são:
Segundo Pomini, a boa alimentação se sustenta em três pilares fundamentais:
Isso significa priorizar alimentos minimamente processados, manter uma boa distribuição de refeições ao longo do dia e cultivar uma relação mais consciente com a comida.
A Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) trata de alimentação no trabalho principalmente em dois aspectos principais: intervalos para alimentação/repouso e a natureza da alimentação fornecida pelo empregador, mas a CLT não impõe uma obrigação geral de oferecer alimentação ou benefício como vale-refeição/vale-alimentação, salvo quando isso estiver previsto em acordo coletivo ou convenção coletiva de trabalho.
Em jornadas de trabalho entre 4 e 6 horas contínuas, a CLT garante 15 minutos de pausa para refeição. Enquanto nas jornadas superiores a 6 horas trabalhadas o profissional terá um intervalo mínimo de 1 hora e máximo de 2 horas para descanso e refeição.
O artigo 458 da CLT destaca que a alimentação fornecida habitualmente pelo empregador pode ser considerada parte do salário para todos os efeitos legais. Além disso, a CLT não obriga por si só o empregador a oferecer auxílio alimentação.
O foco principal da norma é estabelecer condições sanitárias e de conforto relacionadas à alimentação no ambiente de trabalho. Por isso, determina as condições de instalações usadas para fazer as refeições, como a ventilação no espaço.
Bem como, orienta condições de conforto e de higiene e estrutura em refeitórios e cozinhas presentes na empresa.
Embora a NR-24 não obrigue programas educacionais, empresas podem adotar iniciativas de educação nutricional por meio de outras políticas, programas voluntários ou programas como o Programa de Alimentação do Trabalhador (PAT), que incentiva ações de promoção da alimentação adequada e saudável, incluindo orientações nutricionais com incentivos fiscais, quando participam.
Não só as empresas são beneficiadas pela alimentação saudável, os colaboradores são diretamente beneficiados pela mudança no padrão alimentar, usufruindo de melhora do bem-estar, redução de doenças ocupacionais e outros benefícios, como:
Com a saúde preservada pela alimentação saudável, os profissionais conseguem evitar as ausências constantes, promovendo uma rotina produtiva na empresa. A redução do absenteísmo evita sobrecarga dos membros da equipe, além de beneficiar a produtividade da empresa como um todo.
A alimentação saudável e equilibrada contribui para o bom funcionamento do organismo, promovendo qualidade de vida e bem-estar no trabalho. É possível evitar oscilações significativas de energia quando as refeições são bem distribuídas ao longo do dia. De modo que, o profissional possa ter uma performance laboral eficiente ao longo de todo o dia.
Quando a pessoa tem acesso a uma alimentação saudável, saborosa e equilibrada sem a necessidade de se preocupar com toda a logística de compra e preparo, é natural que tenha maior satisfação e qualidade de vida, melhorando também o clima organizacional.
A alimentação está diretamente relacionada à saúde, por meio de uma rotina de refeições equilibradas e saudáveis é possível reduzir doenças ocupacionais e problemas que são comuns como fadiga, indisposição, queixas digestivas, obesidade e sobrepeso.
O objetivo é promover a retenção de talentos, gerando um ambiente saudável e produtivo no qual os profissionais usufruem de menos irritabilidade e estresse, aumento da disposição mental e física e melhora da capacidade cognitiva.
Com a adoção de refeições equilibradas é possível minimizar afastamentos, proporcionar um ambiente saudável e no qual as doenças são evitadas graças aos bons hábitos.
Por meio da cultura de alimentação saudável e bem-estar, a equipe terá qualidade de vida, ambiente de trabalho saudável e autonomia para tomar boas decisões em relação à própria alimentação.
A educação nutricional nas empresas é uma estratégia poderosa para promover bem-estar, fortalecer a cultura organizacional e impulsionar resultados corporativos. Sua importância se destaca em diferentes dimensões do ambiente de trabalho:
Implementar a educação nutricional na empresa requer uma série de cuidados, para que possa ter um processo eficiente, entendendo as necessidades da equipe por meio da pesquisa de clima organizacional para escolher o fornecedor adequado, entenda:
Thays aponta que “Quando uma empresa decide implementar um programa de educação nutricional, o primeiro passo é transformar informação em prática acessível. Isso inclui oferecer conteúdos baseados em evidências, apresentados de forma simples e aplicável à rotina real dos colaboradores.”
Observe na pesquisa anônima o que os profissionais acham sobre o tema, quais são os anseios em relação à alimentação e se a oferta será vantajosa para a empresa. Em negócios que estão geograficamente distantes de restaurantes, oferecer um refeitório trará aumento significativo da satisfação, por exemplo.
É importante ter um fornecedor de alimentação para sua equipe que tenha cardápio nutricionalmente balanceado, saboroso e com capacidade real de atender sua equipe com eficiência e pratos saborosos. Afinal, a alimentação nutritiva não é sem graça ou sem sabor.
Se faz necessário considerar eventuais demandas como alergias alimentares, preferências regionais e questões religiosas que impactam na alimentação diária, para que nenhum colaborador seja excluído.
Os pratos servidos em São Paulo são diferentes do cardápio em Fortaleza, que tem forte presença de peixes e frutos do mar na culinária, por exemplo. O Brasil é um país muito diverso em sua culinária, o que demanda que se tenha adaptação ao regionalismo para que os colaboradores tenham refeições alinhadas às suas preferências.
Também é importante mapear necessidades específicas, como turnos diferentes, ritmo de trabalho, perfil socioeconômico e cultura alimentar da equipe. A partir disso, a empresa pode construir ações mais efetivas, como oficinas culinárias, materiais educativos objetivos e acompanhamento profissional periódico.
A especialista Thays aponta que “pequenas mudanças no ambiente também fazem diferença, sinalizar escolhas mais saudáveis no refeitório, ajustar oferta de lanches e criar pontos de hidratação, por exemplo.”
Outra medida que a empresa também pode adotar é contar com suporte de profissionais da nutrição, para fazer palestras e orientações para a equipe. Especialmente se é percebido que os alimentos mais nutritivos no refeitório apresentam sobras acima da média ou não são escolhidos por uma parcela da equipe.
Thays Pomini aponta que para engajar os colaboradores, a chave é conectar saúde à vida cotidiana, e não à obrigação. Programas de educação nutricional funcionam melhor quando são participativos, acolhedores e valorizam o protagonismo de quem está aprendendo.
Estratégias como desafios coletivos, metas realistas, ferramentas interativas, gamificação e espaços de troca ajudam a transformar conhecimento em comportamento. Outro ponto é o exemplo da liderança, quando gestores demonstram interesse e participam das ações, a adesão cresce naturalmente.
O objetivo não é que todos façam a dieta perfeita, mas que se sintam capazes de fazer escolhas melhores no dia a dia. Uma cultura de saúde sólida nasce quando a empresa oferece suporte, e o colaborador percebe que esse cuidado faz diferença real na sua energia, produtividade e bem-estar.
Promover a educação nutricional nas empresas beneficia a equipe e o negócio, que passam a usufruir de um cotidiano mais saudável, com mais disposição e produtividade.
Muito embora seja uma iniciativa que busca quebrar padrões já constituídos, é relevante adotar medidas consistentes para que doenças ocupacionais possam ser evitadas e os colaboradores tenham um cotidiano muito mais saudável.
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Material desenvolvido com a consultoria de Thays Pomini, que é nutricionista formada pela FMU, pós-graduada em Nutrição Estética e Esportiva, Nutrição Fitoterápica e Epigenética, e CEO da Clínica Thays Pomini, uma das referências regionais em performance, estética avançada e saúde baseada em evidências.
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